A gente aprende a deixar coisas de mão...
A não dar tanta importância...
A não ligar...
A fazer "cara de
nada"... Mesmo quando por dentro tudo ta te machucando...
E... você tá sofrendo
Aprende a amar calado...
A não se mostrar tanto... E a se
defender
Mas se defender com inteligência, não
deixar que o medo te impeça de ser feliz...
Aprende que felicidade é um momento e
os momentos sempre se vão...
Aprende a curtir esses momentos e
não se importar tanto com o futuro ou passado... Porque na verdade eles não
existem...
E o que realmente existe é o presente...
E este sim é o momento de ser
feliz...
Luanda de Abreu
A gente aprende a deixar coisas de mão...
... Eu que falei nem pensar
Agora me arrependo roendo as unhas
Frágeis testemunhas
De um crime sem perdão
Mas eu falei nem pensar
Coração na mão
Como um refrão de um bolero
Eu fui sincero como não se pode ser
E um erro assim, tão vulgar
Nos persegue a noite inteira
E quando acaba a bebedeira
Ele consegue nos achar
Num bar,
Com um vinho barato
Um cigarro no cinzeiro
E uma cara embriagada
No espelho do banheiro
Teus lábios são labirintos
Que atraem os meus instintos mais sacanas
E o teu olhar sempre distante sempre me engana
Eu entro sempre na tua dança de cigana.
Eu que falei nem pensar
Agora me arrependo roendo as unhas
Frágeis testemunhas
De um crime sem perdão
Mas eu falei sem pensar
Coração na mão
Como o refrão de um bolero
Eu fui sincero
Eu fui sincero
Ana, teus lábios são labirintos
Ana, que atraem os meus instintos mais sacanas
E o teu olhar sempre me engana
É o fim do mundo todo dia da semana.

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