segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

O meu amigo chamado Beira Mar




Sinto uma emoção tão forte quando encontro o meu amigo chamado Beira Mar
Uma sensação de alívio, conforto...
Eu adoro muuuuuuuito o meu amigo que se chama Beira Mar
Perto dele eu sinto uma sensação muito forte de alegria, felicidade...
Não dá vontade nenhuma de sair de perto do meu amigo chamado Beira Mar
Ele é alegre e muuito divertido...
Te adoro de paixão...
E te guardarei pra sempre....No meu coração!
Meu amigo chamado Beira Mar...
                                                                      Paula Aldrick



Hoje eu resolvi falar e não apenas demonstrar minhas emoções em poesias...

E... Talvez me expor um pouquinho...
Bem, eu me chamo Karla Mariana. Luanda de Abreu é meu pseudônimo (Às vezes, confesso, sou Paula Aldrick – quem usa pseudônimos sabe a importância deles)....
Diversas pessoas me perguntam por que eu assino como Luanda, mas eu acho que algumas pessoas devem entender...
Hoje vou colocar a letra de uma música que eu gosto muito de um cantor que eu adoro de paixão...rsrsr:
  Nando Reis...
N




 E agora, o que vou fazer?

Se os seus lábios ainda estão molhando os lábios meus?
E as lágrimas não secaram com o sol que fez?
E agora como posso te esquecer?
Se o seu cheiro ainda está no travesseiro?
E o seu cabelo está enrolado no meu peito?
Espero que o tempo passe
Espero que a semana acabe
Pra que eu possa te ver de novo     
Espero que o tempo voe
Para que você retorne
Pra que eu possa te abraçar
e te beijar
de novo 
E agora, como eu passo sem te ver?
Se o seu nome está gravado no
meu braço como um selo?
Nossos nomes que tem o N
como um elo
E agora como posso te perder?
Se o teu corpo ainda guarda o
meu prazer?
E o meu corpo está moldado
com o teu?
Espero que o tempo passe
Espero que a semana acabe
Pra que eu possa te ver de novo     
Espero que o tempo voe
Para que você retorne
Pra que eu possa te abraçar...
Espero que o tempo passe
Espero que a semana acabe
Pra que eu possa te ver de novo      
Espero que o tempo voe
Para que você retorne
Pra que eu possa te abraçar
e te beijar
de novo  
                                             Karla Mariana

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Como queria que você me percebesse...



Como dói saber que tu jamais imaginas meu sentimento por ti

Como queria que adivinhasses este pelo teu
Como quero que decifres minhas longas olhadas em tua direção
Que possuem por si só apenas um objetivo:
Decifre-me
Decifre meu olhar
Decifre meus gestos de afeto
Meus “ôláres”
Meus “ôis”
Minhas perguntas sem muito sentido
Meus supetões de palavras jogadas da boca pra fora só pra te ouvir
Ouvir tua voz
Tuas palavras de esvaindo em meus ouvidos
Me deliciando
Minha timidez ao te ver muito perto ou simplesmente falando comigo simpaticamente como se ali não existisse nada entre nós
Algo entre mim
Meus supetões de palavras só pra olhar mais de perto
Olhar teu jeito desajeitado tentando me explicar algo que te perguntei sem muito sentido...
Algo só pra ti me decifrar, me decodificar, me perceber
Perceber que estou aqui e que te quero mais de perto
Me dizendo palavras de amor
Me percebendo, a minha importância
A tua importância pra mim


Luanda de Abreu

Me Namora




 Lembro que te vi caminhar
Já havia um brilho no olhar
E junto com o sorriso seu
O teu olhar vem de encontro ao meu
E o meu dia se fez mais feliz
Mesmo sem você perto de mim
Mesmo longe de mim
Eu fico o tempo todo a imaginar
O que fazer quando te encontrar
Mas se eu fizer o que vai dizer
Será que é capaz de entender
Mesmo se não for eu vou tentar
Vou fazer você me notar
Por isso eu vim aqui te dizer
Me namora
Pois quando eu saio sei que você chora
E fica em casa só contando as horas
Reclama só do tempo que demora
Abra os braços vem e me namora
Eu quero dar vazão ao sentimento
Mostrar que é lindo o que eu sinto por dentro
Beleza é essa que eu te canto agora
Abra os braços vem e me namora
Eu penso estar vivendo uma ilusão
Sem saber se me quer ou não
Quem dera se a resposta fosse sim
Mas acho que já nem liga pra mim
Se for assim o meu coração
Sofre só sem você em vão
Bate mais triste então
Mas ele ainda pode se alegrar
Se de repente você reparar
Que com você também aconteceu
E sente amor tão grande quanto o meu
Abre os olhos veja quem te adora
E sonha com você no mundo a fora
E volta só pra te dizer

Edu Ribeiro e Cativeiro


sábado, 19 de fevereiro de 2011

Um beijo


Foste o beijo melhor da minha vida, 
ou talvez o pior... Glória e tormento, 
contigo à luz subi do firmamento, 
contigo fui pela infernal descida! 

Morreste, e o meu desejo não te olvida: 
queimas-me o sangue, enches-me o pensamento, 
e do teu gosto amargo me alimento, 
e rolo-te na boca malferida. 

Beijo extremo, meu prêmio e meu castigo, 
batismo e extrema-unção, naquele instante 
por que, feliz, eu não morri contigo? 

Sinto-me o ardor, e o crepitar te escuto, 
beijo divino! E anseio delirante, 
na perpétua saudade de um minuto...
 
                                                            Olavo Bilac

O teu olhar...




O teu olhar fixado no meu
Me pedindo algo
Como quero decifrar...
Aquele olhar intenso
Fixado
Me fez te olhar

Em mim uma música ficou gravada
Por tua beleza...
Um jeito desajeitado
Por mim admirado

Como te gosto...
Detalhes apenas
Cobiçados, apreciados
Que me fazem te adorar...
                               Luanda de Abreu

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Falando de coisa ‘boa’



Como falar aquilo que não, necessariamente, se quer dizer. Como falar aquilo que não se sabe com precisão. Como falar o que não, exatamente, quer se ouvir.
Como se comportar diante de um fim. Um fim doloroso em uma só vertente. A separação de amigos que viveram muito bem juntos. Uma separação prevista e determinada. Do fim de uma das coisas que mais importou em três anos. Nós. Nós, mas do nosso jeito. Nós, apesar das desavenças. E, agora, aqui, estamos diante dos resquícios de muito tempo de interação e de uma crença de que serão possíveis os reencontros.
E como, pois é bastante difícil, dizer as verdades de forma que não pareça ladainha ou clichê. Mas que o que seja dito, seja ouvido e concordado. Seja num choro contido. Seja num riso que expresse entendimento. Seja em pé, seja sentado. Seja tudo, menos um sinal de bocejo.
Não podemos considerar esses anos de risos e delírios como aquela coisa boa que todos nós sabemos o que é. Merda.
Poderíamos começar logo com o “em fim”, mas, hã, hã, Claudia, senta lá!
Quantas conjunturas de valor real como esse já se espalharam através de gerações. Quantas vezes o até logo deixou rostos carregados de emoção, de indiferença ou do sentimento de se achar pequeno demais para rir ou chorar tanto. E quantas vezes o tempo e os fatos já separaram amigos, até se tornarem estranhos uns aos outros. Até um dia se falarem como que pela primeira vez. Até os rostos serem reconhecidos, mesmo que depois de alguns minutos, quando a fixa cair, com surpresa e afeto. Até não termos tempo de dizer alem de um “oi, como vai”. Até não podermos ficar mais do que queremos. Até rirmos e nos lembrarmos do nosso tempo.
O quanto mudaremos? Até quando vamos rir das piadas repetidas, da queda de Arnaldo, dos apelidos de Juliene? Nós sabemos? Será para sempre ou até mais dois anos? E como não ser um passado, mas um presente constante. Como não termos como história apenas o que aconteceu, mas nos dermos sinais de vida de vez em quando.
Ok. Agora, vamos ver se podemos resumir tudo e concluir logo. Depois disso podemos comer alguma coisa e fingir que nada aconteceu. Se formos corajosos. E seremos. Mas enquanto isso nos entreolhemos e vermos o quanto já mudamos desde que nos vimos pela primeira vez. E vermos o quanto aprendemos juntos, de forma inevitável. E vamos atentar para os vários parágrafos seguintes:
Somos uma seleção. Não, mas não uma seleção de um simples processo federal. Mas sim uma seleção além do que entendemos. Além dos nossos sonhos. Somos o plano de Deus.
Podemos dizer que não somos inteiramente sãos, mas fomos salvos.
Somos aqueles que se identificaram seja que por algumas diferenças. Somos aqueles que descobriram que as intrigas são necessidades da amizade.
Somos um bando meio estranho. Somos impossíveis. Somos quem é forte e não vale nada, em um dos sentidos da palavra. Somos o resultado de uma formação lenta. Somos a conseqüência da junção de pessoas diversas em personalidade e opostas. Somos muito diferentes e assim pudemos alcançar uma espécie de equilíbrio. Mas um equilíbrio relativo. Com um conceito diferente e nosso.
Somos a verdade da relação entre as pessoas. Porém, de forma exagerada. Exagerada para os dois caminhos. Ninguém aqui é inteiramente na medida certa. Somos aqueles que como um todo nunca fomos irmão para todos os momentos. Somos quem caiu e não quis dizer a ninguém. Mas apesar disso, e simultaneamente a isso, somos do mesmo saco. É como se fossemos um e fossemos desunidos, como diria Karla Mariana. Somos como uma pessoa que não consegue entender a si mesma. Mas consegue andar e dormir em harmonia. Somos quem conversa sozinho e não tem respostas. Somos a pessoa que sempre quis se dá bem e luta por isso.
Somos assim. Mas só somos nós desse jeito, da maneira mais importante, quando estamos juntos.
Somos quem a principio foram vários. Fomos duplas, trios e quartetos. Alguns foram paquitos e outros, panteras. Já fomos ‘O geração eleita e o agregado’. Já fomos Xavix. Já nos denominaram ‘A turma do Gregory’. Já fomos ‘O Curral’. Hoje somos um fragmento da turma X’04. Somos um dos três grandes grupos que a turma se divide. Somos do meio pro fundão. Somos paralelos aos que poderiam ser chamados de bagunceiros se não fossemos tanto quanto ou até mais.
Ao longo de três anos, nós nos formamos, nos variamos e nos revezamos. Até sermos isto. Ao longo de três anos, alguns que hoje estão aqui preferiram rodear esse grupo, o que pode ter sido uma boa escolha. Outros entraram no grupo de forma espontânea. Outros tiveram sincero medo de entrar. Outros, nunca entraram, mas acompanharam. Outros imploraram para entrar.
Quem chegou meio atrasado estranhou muito, mas se adaptou logo. Nós nos atraímos porque tínhamos o mesmo objetivo, fazer do nosso pesadelo uma diversão. O objetivo de aliviar o tédio que os dias nos renderam. E fizemos isso muito bem.
Somos assim. Sem uma definição certa para dizer.
Formamos um time. Um time que é aberto e fechado. Um time afinado e afiado. Que não se importa com as distinções. Mas isso não significa a paz. Um time que é meio bastante fora dos padrões para alguns olhos. Um time que briga, discute sem necessidade, rir sem necessidade, conversa sem pregas, grita feito louco. Um time que se desentende. Porém, isso não implica na quebra de relação. E que individualmente somos quase nada, mas juntos somos além da conta e dos limites.
Formamos aqueles se permitiram transparecer pouco. Mas nos conhecemos bem o bastante para entender um olhar. Para perceber a expressão de tristeza, de felicidade, de elogio, de revolta, de desprezo, de carinho, de crítica. Para compreendermos a demonstração de tranqüilidade, de amor, de ânsia, de medo. Sim, funcionamos assim. Somos a mescla de defeitos e qualidades. Somos aqueles que sonharam em se livrar, suportaram e superaram. Somos divididos em quem chegou grandinho, em quem chegou engatinhando, em quem se viu nascer. Somos quem hoje se vê em pé. Quem hoje vê a possibilidade de andar por um terreno ainda desconhecido. O futuro.
Formamos aqueles que não conseguem parar de rir. Aqueles que riem na hora mais improvável e na hora errada. Podemos rir de nós mesmos sem problema algum. Podemos rir de algo, mesmo com todos os problemas do mundo. E podemos reconhecer que rir faz muito bem, mas também pode ser um tipo de insanidade.
Somos o povo que rir. Rimos de tudo. E quando se diz tudo, isso significa tudo mesmo, nesse sentido. Seja por palavra errada, de uma cara de poke, de uma lágrima, de uma gofada, de um apelido, de um professor sem pescoço. Por uma queda, por um erro de português, de uma briga, de um insulto, de um papel no cabelo, de um corretivo no rosto, de... tudo. É isso. Somos assim.  
Somos o povo que conhece o fundamento de que o respeito não se pede, não se exige, não se compra. Mas também sabemos que o desrespeito funciona da mesma maneira, ele vem depois de um tempo, com a intimidade. Somos o recorde. Temos o maior número de bordões, de fotos, de apelidos, de víboras. Temos entre nós quem mais escreve, quem mais corre, quem mais rir (o que é difícil de dizer), o que mais usa o banheiro, o que mais come livro, o mais descoordenado, o de sobrancelhas unidas, o que mais fuça, o que mais come biscoito, quem mais pede, quem mais maroca. Temos quem tem mais gula, quem é mais guerreiro, quem tem mais audácia, quem é mais sincero, quem é mais engraçado, mais sensível, mais responsável, mais persistente, mais insistente.
Somos um povo de pretos, amarelos, brancos, cor-de-rosa, vermelhos. Somos um povo que tem pinto, tem vaca, tem macaco e elefante. Somos, entre as palavras que seguem, algumas exceções. Somos honestos, trambiqueiros, imaturos, maduros, falsos, verdadeiros, santos, filhos, irmãos, amigos. Somos criativos, magros, gordos, fracos, fortes. Somos corajosos, covardes, medrosos, preguiçosos, comportados, parados. Somos kengas, separadas, najas. Somos da vida e não do mundo sem graça.  
Somos um povo que várias vezes se sentiu incapaz. Que várias vezes teve exaustão. Que teve vontade de extinguir, nem que por um mês. Que teve vontade de mudar de curso. Que não agüentava mais pressão. Que teve uma história digna de ser contada.
Vamos ouvir a história. Falta pouco:
Somos um bando que nunca imaginou em ser um bando. Isto é, fomos 2007. Tivemos um ano que nos importamos com uma só meta. Lutamos separados, mas não com o plano de nos unirmos.
Mas, no fim das contas, foi a melhor parte.
Um bando que foi 2008. Um ano de encontros, novidades, realização de uma aprovação, de conhecimento de um sonho que virou pesadelo, de dor, de confusão, de queda subjetiva e literal, de afinidades, de medo. Um ano que tivemos que enfrentar desafios. Que tivemos que enfrentar aquele que não mencionamos. Um ano que felizmente morreu.
Fomos o renascimento, isto é, fomos 2009. Fomos quem achou que seria um ano turbulento. Um ano difícil. Mas tivemos o ano mais divertido, por assim dizer. Fomos aqueles que sentaram e deitaram no chão, no meio do corredor. Fomos quem conheceu os professores mais bizarros. Os professores com mais manias. Tivemos esse ano decisivo e importante, onde realmente começamos a ser nós, do jeito que somos. Nesse meio ano, nos permitimos dormir muito, descansar no meio de alguma aula e ficar em claro algumas noites. E pudemos nos aproximar mais. E não hesitamos em inventar qualquer coisa para fugir do tédio. Para passar o tempo na escola. Seja com o UNO, seja com o baralho, com a mímica, dica, e até mesmo com o absurdo do IÁ.
Foi o ano em que muitos sentimentos continuavam, permaneciam ou floresciam. Todos eles em silêncio. Foi quando almoçamos juntos uma comida nada boa, e sofremos injustiças. Foi quando tentavam inutilmente nos iludir de que as coisas estavam sobre controle.
Fomos 2010. Um ano que, logicamente, começou sabendo que era limitado. Um ano de últimos ajustes. Que revelou personalidades. Que nos fez feliz. Que recebeu mais alguns membros. Que soube cumprir tabela e contornar situações.                                                                                                                                                   
Fomos um 2010 que se esgotou junto com a nossa disposição e com a nossa paciência. Fomos um ano que se aproveitou muito, mas que torceu para acabar o mais rápido possível. Um ano que parecia insistir em não acabar. Mas que acabou bem.
Hoje somos 2011. Um ano de transição. De visão de um futuro vivo, incerto e desconhecido. Mas acolhedor entre a crença dos anseios e desejos.  
E agora fica a pergunta: depois do tchau, quando nos veremos novamente.
Nós que nos vimos por quase ou mais de mil dias. Agora, quem, na manhã em que abrir os olhos não agradecerá pelo meio-fim e sentirá um vazio enorme, quando sacar que acabou.
É, mas a lacuna não é tão grande. Porque, deixamos, inevitavelmente, um pouco de nós em cada um de nós. Lembraremos do nosso tempo como um tempo que valeu a pena. Como um tempo que não foi perdido. E porque não, um tempo feliz. Por mais que tenha doido em muitos, senão em todos, vários momentos. Mas como não rir de tudo. Como não rir das banalidades e das coisas impossíveis de não rir.
Somos tudo o que foi dito, mas não com os sentidos maléficos. Somos aqueles que entre nós há fortes, há fracos. Há quem terá dificuldade de despedir, há quem se conterá, há quem rirá, há quem ficará indiferente, quem será corajoso para dizer ‘te amo’, há quem não conseguirá dizer nada.
Sim, somos assim. Somos difíceis. Somos como as perguntas escondidas nas entrelinhas, ocultas e sem respostas. Somos assim. Somos aqueles que tiveram a alegria de uma viagem importante. Somos aqueles que têm coisas guardadas para dizer. Que têm anseios explícitos ou não. Aqueles que têm que partir, porque a vida continua acelerada.
Somos quem algumas vezes se viu chorar, seja que por uma paixão ou compaixão, seja que por um problema ou uma briga. Seja por uma oração silenciosa.
Somos quem nunca concordamos uns com os outros. Mas tomamos decisões boas para todos ou maioria. Somos aqueles que sabem que as circunstâncias e o ambiente têm influência sobre nós. Mas somos responsáveis por nós mesmos. Somos aqueles que têm linguagem própria e interna. Somos quem teoricamente sempre seremos nós. Mas, na realidade, sabemos que nunca mais seremos.
Somos quem vai partir, olhar para trás e querer dar outro abraço. Aqueles que têm a sensação de como se pudesse dizer mais alguma coisa, que não se sabe exatamente o quê. Que vai sentir como se algo estivesse pendente. Quem se lembrará como parceiros. Quem será sempre o que restou de uma relação eterna. Somos nós desse jeito. Somos exatamente sem explicação exata. Somos simplesmente nós, bons ou ruins.

                                                                                                                                                     Maurício Oliveira